segunda-feira, setembro 03, 2012

Meia-Lua


Senhor! Mais uma vez venho pedir
Para Tuas mãos virem me acudir.
Tenho que fugir da meia-lua emprestada.
Para manter a amizade mascarada.

Ajude-me a deixar quieto o coração.
Dê-me alento em cada ação.
È preciso o sentimento conter.
E meus versos esconder.

Metade de Lua, nunca conte!
O que realmente sinto por trás da fronte.
Tal qual tua origem petrificada.
Guarde o segredo da lágrima rolada.

Nunca esta lua será cheia
Bem como eu nunca estarei em tua veia.
Toda claridade não te fazes perceber,
Que teu calor quero receber.

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