segunda-feira, dezembro 11, 2006

Realidade









Era uma vez uma realidade.
Era uma vez uma saudade,
Revestida de noite e ansiedade.
Enegrecida pela tua sinuosidade.

Vista teu terno e siga tua jornada.
Ilumine teus caminhos em tarde ensolarada.
Busque a rima certa em prosa ritmada.
Mas não me pergunte o caminho de tua morada.

E quando tiveres tuas pernas em exaustão,
Entoe um acórde de violão.
Contudo se o som não vier, feche os olhos em oração.
E ajoelhe-se no abismo do perdão.

2 Vê se comenta, pô!:

At 10:29 AM, Anonymous Anônimo said...

as duas são lindas! continue pois ainda quero dizer ao mundo ,quando você for famosa, que foi minha colega e amiga ! beijos!
Prof. Inacio Lázaro

 
At 1:52 PM, Anonymous Anônimo said...

Estou te mandando as fichas de inscrição. Espero que participe mesmo. A repetiçãp das rimas nas estrofes, dá a perfeita noção da sinuosidade e musicalidade. O alter ego se mostra passivo no início e depois "botas as manguinhas de fora". Gostei muito.
Beijos
Luiz

 

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