Realidade

Era uma vez uma realidade.
Era uma vez uma saudade,
Revestida de noite e ansiedade.
Enegrecida pela tua sinuosidade.
Vista teu terno e siga tua jornada.
Ilumine teus caminhos em tarde ensolarada.
Busque a rima certa em prosa ritmada.
Mas não me pergunte o caminho de tua morada.
E quando tiveres tuas pernas em exaustão,
Entoe um acórde de violão.
Contudo se o som não vier, feche os olhos em oração.
E ajoelhe-se no abismo do perdão.



2 Vê se comenta, pô!:
as duas são lindas! continue pois ainda quero dizer ao mundo ,quando você for famosa, que foi minha colega e amiga ! beijos!
Prof. Inacio Lázaro
Estou te mandando as fichas de inscrição. Espero que participe mesmo. A repetiçãp das rimas nas estrofes, dá a perfeita noção da sinuosidade e musicalidade. O alter ego se mostra passivo no início e depois "botas as manguinhas de fora". Gostei muito.
Beijos
Luiz
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