sexta-feira, novembro 10, 2006

Poderia Ser Bem Diferente











Nos entregarmos em sol aberto,
Esquecer que águas já rolaram,
Prantos já calaram,
Nossas almas imaturas.

Pra que dizer que doce é sal?
Pra que esconder teu coração?
Pra que estar e não estar?

Se não queres meu ser, não terás!
Nem tão pouco meus lábios irás tocar.
Que fique na lembrança apenas um Natal.
Procures outra mão pra te afagar

E quando arrumares tua cama,
Lembre-se das lavas quentes ali lançadas,
Agora esquecidas, frias e petrificadas.

2 Vê se comenta, pô!:

At 11:12 AM, Anonymous Anônimo said...

Oi profs. eu leio os seus poemas e lembro quando analizavamos na sala lembra? Se vc tá do lado, fica fácil de interpretar, mas lendo assim, as vezes não entendo nada. Ah eu passei no vestibular da PUC. Prestei pra matemática.
Jonas

 
At 8:56 PM, Anonymous Anônimo said...

Muito bom o poema, Val!
Em especial, adorei a última estrofe, cheia de sentimento!!!
Beijos, te adoro!!

 

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