Canção do Presente

Hoje canto minha liberdade,
Minha vitória sofrida de tê-lo enterrado.
Não, não canto a saudade!
Brindo aos deuses por ter tido meu sonho despedaçado.
Hoje és apenas a ausência da dor passada,
Um relato de mentiras e utopias.
És a dor sanada ...
És a transparência de tuas fantasias.
Contudo, ainda posso te ver em mim,
Relembrando versos que na eternidade permanecerão,
Como falso jasmim,
E a nota errada de uma bela canção!



1 Vê se comenta, pô!:
Olá moça. Estou visitando seu blogger por indicação do prof. Luiz Antonio. Estou fascinado com seu jeito. Estou fazendo meu doutorado na área de Literatura, focada na literatura européia. Adorei esse poema. Que postura do alter-ego, hein? Valeu mesmo. Passo por aqui de novo. Beijos.
Agnaldo de Lima Antunes
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