domingo, novembro 26, 2006

Badaladas Finais












Impossível é o relógio parar.
Cada badalada serve como alerta,
De que eu não o detenho,
Mas que tarda minha decisão ...

Olho fixamente o ponteiro andar,
E eu finjo não entender,
Que tu caminhas junto com ele.

Soa mais uma badalada ...
Reflito a cada segundo ...
Talvez eu espere a próxima hora,
Pra te dizer, pra sempre, adeus.

Não! Não espere que o ponteiro retroceda.
Não espere ouvir a hora já soada.
Tu tivestes o tempo aos teus pés,
E a minha vida nas tuas mãos!

Não o culpes por isto!
Nem tão pouco te lamentes.
Foi tu que esquecestes e desprezastes,
Os nossos momentos por ele marcados.

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