sexta-feira, novembro 03, 2006

GIULIANA













Quando me pego triste,
Assim como a cigarra em chuva fria,
Olho pra cascata cristalina,
E vejo um anjo sorridente.

És graça e formosura,
És parte de mim.
Nossa distância sufoca meu peito,
E dilacera minha vida.

Queria agora teu rosto tocar.
Queria ser um pássaro,
E ao teu redor voar.
Segurar tua mão e nunca mais largar.

Mas a distância não ofusca o teu brilho.
Olho para o céu e te vejo em cada estrela.
Clamo teu nome e grito ao mundo:
Luz da minha vida,
Minha filha querida.

2 Vê se comenta, pô!:

At 5:28 PM, Anonymous Anônimo said...

O comentário vai ser pra musa, não pra poeta. Menina, vc tá linda. Vi vc ainda na barriga de sua mãe. (ela tá velhinha, né????rsrsrs). Lembra de mim. Tenho várias fotos com você pequenininha.
parabéns pelo poema que sua mãe fez. Tanto o poema como a musa (e a poeta também) são lindos.
Beijos
|Carlos

 
At 4:50 PM, Anonymous Anônimo said...

Linda filha Val. Assim como um outro que li no início, esse também é muito bonito.
Luiz Antonio

 

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