Tempo

Grãos de areias contam o tempo,
Palavras inúteis lançadas ao vento.
Conto todas as gotas do mar.
E vejo o infinito a aterrorizar.
Meus olhos fitam a distância,
Componho um verso em assonância.
Aguardo o sol em plena madrugada,
E adormeço com meus sonhos, fatigada.
Mas ao ouvir a natureza.
Meu peito dilacera em incerteza.
Então tinjo de amor os minutos.
Sigo em frente e aqueço meus frutos.



1 Vê se comenta, pô!:
Oi, Valéria!!! ainda não conhecia teu blog... add aos meus favoritos. Parabéns e obraigado pela msg no acarajazz!!!
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