Mais uma vez, a saudade aperta
Castigando meus dias de inverno,
A saudade da Princesinha galopa em pensamento eterno.
Perdida e desenfreada fica minha esperança,
De voltar a passear em tuas ruas feito criança.
...
Meu sonho chora escondido.
Faz tremer meu coração ressentido,
Pois vejo a todo instante teu sorriso,
E os tempos vividos no paraíso.
...
Sinto por vezes nesse solo estar,
Oxe, mainha, carurú e vatapá,
Invadiram meu ser paulistano,
Que agora tornou-se para sempre baiano.
...
Meu corpo aqui está,
Mas minha alma ficou por lá.
Só Deus pode decidir,
Se teu sol vai novamente me vestir.
...
Será que tu te lembras de meus passos?
Feira de Santana, saibas que registrei todos os teus traços ...
...
E só não te abraço novamente,
Se o destino mudar cruelmente,
A estrada que quero seguir.
E até o meu fim, teu amanhecer sentir.




1 Vê se comenta, pô!:
Dona Valéria, opa desculpa o dona denovo.Gostei de muitos versos seus,mas esse sobre F. S. eu adorei, parabéns, de verdade.
Pedro
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