segunda-feira, setembro 10, 2007

Vitória



Amanheci com um doce aroma a me espargir,

E uma suave cantata pude ouvir.

Impossível era descrever aquele fagueiro momento,

Puro e claro, tal qual um rebento.

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Bispei um enorme clarão.

E assim assustada, caminhei sem excitação.

De lágrimas meus olhos acogularam,

E instantaneamente meus joelhos se curvaram.

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Estava diante da mais bela imagem.

E aquele alvo manto tocava-me com a aragem.

Inerte fiquei, meio acabrunhada.

Admirando aquela visão sagrada.

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Até pensei estar sonhando...

Mas era real. Suas mãos estavam me abençoando,

E Seu olhar penetrante,

Mostrava que me tirou de um passado distante.

1 Vê se comenta, pô!:

At 10:33 AM, Anonymous Anônimo said...

Você é uma poetiza brilhante adoro o que vc. escreve beijos
Angela Briganti

 

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